quarta-feira, 14 de maio de 2025

Transcrição de audiência longa com o Clipchamp

    Neste vídeo, mostro mais uma estratégia de transcrição de audiência judicial. 


  •     Fizemos o upload do arquivo "asf" no Clipchamp.
  •     Adicionamos o vídeo na linha do tempo.
  •     Geramos a legenda com IA (funcionalidade do programa).
  •     Exportamos a legenda e renomeamos o arquivo para "txt".
  •     Submetemos o arquivo "txt" ao Gemini, para outras análises.



terça-feira, 13 de maio de 2025

Agentes do Copilot

    Neste vídeo, mostro como criar "agentes" do Copilot.

    Você pode acessá-los pelo Teams e compartilhá-los com equipes ou integrantes da sua Instituição.




domingo, 11 de maio de 2025

Resumo da nossa palestra de 08/05/2025 na ESMP (gerado pelo NotebookLM)

    Nosso amigo Rodrigo Lima Silva, da APMP - Regional de São José do Rio Preto, fez um bom uso do NotebookLM e criou um podcast que resume os principais pontos da nossa palestra online de 08/05/2025, em evento promovido pela ESMP. 

    A experiência mostra o poder do NotebookLM para identificar os pontos relevantes da exposição e os resumir de maneira bastante efetiva e, principalmente, interessante ao ouvinte.



segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

IA e Low-Code nas Organizações

A tecnologia disponível hoje em dia, em particular a Inteligência Artificial e soluções low-code (e no-code), empodera os usuários de uma forma geral (incluindo os do chamado "chão de fábrica"), tornando-os aptos a automatizar alguns fluxos de trabalho, analisar dados e tomar melhores decisões.

De um modo geral, os departamentos de TI não conseguem mais atender à totalidade das demandas corporativas, que crescem em número e complexidade. Precisam mudar seu foco para aspectos mais estratégicos das organizações e propiciar condições (dados e licenças de software) para que as soluções para o negócio também possam florescer nas pontas, pelas mãos do pessoal encarregado da execução.

sábado, 1 de fevereiro de 2025

O poder das LLMs na análise de inquéritos policiais

Introdução
O vídeo apresenta um programa escrito em Python que faz uso de LLMs, mediadas pela biblioteca litellm, para analisar uma coleção de inquéritos policiais em formato PDF.

Estratégias
Usamos o PyPDF para extrair textos dos PDFs. Preservamos a numeração das páginas para referenciar as respostas.
O texto extraído dos PDFs compõe o prompt, com as perguntas à LLM dirigidas à analise de cada caso.
A biblioteca litellm facilitou o desenvolvimento e abstraiu toda a complexidade das chamadas a APIs. Com ela, é fácil substituir um provedor de LLM por outro.

Privacidade
Provedores de LLMs, como a OpenAI, afirmam que não utilizam os dados de entrada e saída de suas APIs para treinamento. Também garantem que permanecem privados.

Avalie sempre os riscos
Prefira testar a ferramenta com processos não gravados de sigilo ou que serão elegíveis aos bancos públicos de sentenças.

Alucina?
LLMs ainda alucinam bastante.
O emprego da ferramenta no campo profissional deve ser avaliado caso a caso.

Restrições
Observe o número máximo de tokens de entrada e saída do modelo selecionado.
Faça sempre uma avaliação de custo-benefício.




 

segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Por que proibir VPNs é um desafio para o STF?

É muito complicado para o STF proibir e fiscalizar o uso de VPNs para acessar o X. Por esse motivo, a primeira decisão de Alexandre de Moraes ordenava que a Apple e o Google retirassem de suas lojas de aplicativos ferramentas como Proton VPN, ExpressVPN, NordVPN, Surfshark, TOTALVPN, Atlas VPN e Bitdefender VPN, que poderiam ser facilmente empregadas para esse fim.

As VPNs são amplamente utilizadas por tribunais, ministérios públicos, polícias, empresas e pessoas físicas como meio de acesso a recursos corporativos ou redes privadas a partir de conexões menos seguras ou redes abertas, como as de aeroportos, hotéis e restaurantes. Recomendo que as utilizem quando se conectarem à Internet por meio de um Wi-Fi público. As VPNs criptografam o tráfego entre o usuário e o servidor VPN, ocultando o IP de origem. Nem mesmo o seu provedor de internet pode afirmar com certeza se você acessou ou não determinada plataforma; ele apenas saberá que você acessou uma VPN.

Ocorre que os serviços de VPN podem ou não coletar logs de uso (incluindo sites visitados) ou de conexão. Muitos provedores se limitam a registrar os dados da conexão necessários à tarifação, desconsiderando as atividades do usuário.

Não seria trivial ao STF emitir uma ordem genérica a essas empresas, a maioria sediada no exterior, obrigando-as a fornecer a relação de usuários que utilizaram VPNs para acessar o X. Tal medida, aliás, não alcançaria uma parte dos "infratores", já que não é difícil construir a própria VPN ou — por conta e risco — utilizar VPNs alternativas e menos colaborativas com as autoridades. Além disso, o emprego da técnica conhecida como Onion over VPN, que combina o uso de VPN com a rede Tor, pode adicionar uma camada extra de criptografia, escondendo a navegação até mesmo do provedor de VPN.

Na minha opinião, a primeira decisão monocrática sobre a suspensão do X, que, incidentalmente, inviabilizaria o uso de VPN em dispositivos móveis, revela as dificuldades operacionais aqui apontadas. Essa medida não se sustentaria sem comprometer gravemente a Segurança da Informação de um modo geral e, provavelmente por isso, já foi reconsiderada nesse aspecto.